Jin Tae-hyun, Cha In-pyo e Kim Guk-jin voltaram a chamar atenção na mídia coreana ao falar abertamente sobre como os casamentos longos mudaram quem eles são. A matéria circulou amplamente no portal TV리포트 e lembra por que esses três são considerados os maiores “românticos de verdade” do showbiz coreano — um título que, por lá, é levado muito a sério.
O caso mais comentado é o de Jin Tae-hyun e Park Si-eun. Jin, ator com décadas de carreira em K-Drama, tem repetido em entrevistas que foi o casamento com Park Si-eun que o transformou em uma pessoa melhor. A frase que viralizou desta vez: “me tornei gente depois de conhecer minha esposa.” Não é força de expressão — os dois passaram por um período difícil quando ela enfrentou problemas sérios de saúde, e Jin ficou ao lado dela sem vacilar. Essa história virou referência de amor de verdade no entretenimento coreano.
Os outros dois casais citados carregam peso parecido:
- Cha In-pyo e Shin Ae-ra: um dos casais mais estáveis e respeitados da indústria. Cha In-pyo é ator veterano com uma carreira longa em dramas e filmes; Shin Ae-ra também atuou por anos antes de se afastar das telas. Os dois são conhecidos por aparecerem juntos em programas de variedade e sempre demonstrarem afeto genuíno, sem nada de performance.
- Kim Guk-jin: comediante e apresentador que virou símbolo de dedicação ao casamento após anos em programas de entretenimento onde fala abertamente sobre a esposa. O estilo dele é mais bem-humorado, mas a mensagem é a mesma: o relacionamento mudou sua postura diante da vida.
Para quem acompanha doramas há algum tempo, esses nomes são familiares. Jin Tae-hyun esteve em produções como Temptation e acumula uma lista longa de trabalhos televisivos. Cha In-pyo é praticamente uma instituição na TV coreana. O que a reportagem faz é reunir esses três perfis num retrato do que a Coreia chama de “잉꼬부부” — literalmente, casal periquito, expressão usada para descrever cônjuges que vivem em harmonia constante.
A matéria não tem data de estreia de dorama nem novidade de produção, mas diz muito sobre a cultura por trás das histórias de amor que aparecem nas telas. Esses atores vivem, fora das câmeras, o tipo de relacionamento que os roteiristas tentam construir dentro delas.
Fonte: tvreport